sexta-feira, 13 de maio de 2016

Efraim Filho não acredita em volta de Dilma ao governo

Após anos de oposição aos governos do PT, o deputado federal Efraim Filho confirmou que o DEM fará parte da base de sustentação do presidente Michel Temer (PMDB). Para ele, a presidente Dilma Rousseff (PT) não conseguirá voltar ao governo.
 
“Não é o fim de um processo, é o começo de um novo Brasil”, destacou.

Segundo Efraim, a expectativa do Democratas é de poder colaborar na governabilidade do país.

“Apoiamos a saída da presidente e esperamos que Temer entenda que é preciso ouvir a força da voz das ruas, que não foram pedir um novo governo, mas sim um Brasil renovado”, falou.

O parlamentar também acredita que será difícil a presidente afastada Dilma Rousseff  reverter a situação e voltar ao governo.

“Após a crise econômica e moral instalada pelo PT, acho muito difícil essa reversão”, opinou.

Fonte: Fabiano Gomes

quinta-feira, 12 de maio de 2016

CDL divulga atrações do domingo de São João em Santa Luzia

O presidente da CDL de Santa Luzia, Nadinaldo Dantas (Neném da Pipoca), divulgou por meio do Whatsapp as atrações confirmadas para a noite do dia 26/06 do São João de Santa Luzia.

Em decorrência do momento que o país vive, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Santa Luzia reuniu seus associados para juntos contribuir com a realização da 74ª edição da festa, uma vez divulgado pela Prefeitura Municipal que seriam apenas 3 dias de evento.

As atrações confirmadas são: 
João André & Forró na Faixa
Titico do Acordeon & Forró Quentão
Geová do Acordeon & Forró no Jeito

Nadinaldo ainda comentou que como a noite será promovida pelo comércio local, os artistas da terra não poderiam ficar de fora da programação.
 
Fonte: TV Santa Luzia

De oficial de gabinete a presidente: o discreto currículo político de Michel Temer

Aos 75 anos, o paulista de Tietê teve uma trajetória discreta, mesmo acumulando, até pouco tempo atrás, quase 15 anos no comando do PMDB, partido com maior capilaridade do país – tem o maior número de prefeituras, governos estaduais, deputados federais e senadores. 

Formado pela Faculdade de Direito da USP e doutor pela PUC-SP, Temer foi professor de direito constitucional e é autor de uma das principais obras sobre o assunto no país, Elementos de Direito Constitucional . 

Filho de libaneses que migraram para o país na década de 1920, é católico, como destaca sua biografia no site da Vice-Presidência da República. "A família sempre fiel aos preceitos cristãos", diz o texto.

Confira, em 14 pontos, a carreira política do peemedebista:

1) Estreia na política

Após uma passagem como oficial de gabinete de Ataliba Nogueira, secretário da Educação paulista entre 1964 e 1966, e de consolidar uma carreira como jurista e procurador, Temer se filia ao PMDB em 1981. É nomeado procurador-geral do Estado em 1983, por convite do então governador peemedebista Franco Montoro. 

2) Secretário da Segurança

Em 1984, assume a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, cargo no qual ficaria até sair, dois anos depois, para concorrer a seu primeiro mandato eletivo.

3) Deputado federal

Sob incentivo de Montoro, se candidata e é eleito, em 1986, deputado federal constituinte pelo PMDB. Seria reconduzido à Câmara nas cinco eleições seguintes.

4) Volta ao governo paulista 

Em 1993, se licencia do cargo de deputado e reassume a Secretaria da Segurança Pública de SP, desta vez para ajudar o então governador Antônio Fleury Filho (PMDB) a resolver a crise criada pelo Massacre do Carandiru, episódio no qual 111 presos foram mortos pela Polícia Militar durante uma rebelião.
Passa ainda pela Secretaria de Governo.

5) Líder do PMDB e presidente da Câmara 

Reeleito deputado federal, se torna líder da bancada peemedebista na Câmara em 1995, função que desempenharia até assumir, pela primeira vez, a Presidência da Câmara, em 1997. 

Entre 27 e 31 de janeiro de 1998, assume pela primeira vez interinamente a Presidência da República – o chefe da Câmara é, constitucionalmente, o segundo na linha sucessória. Em 1999, é reeleito pelos pares para mais um biênio no comando da Casa.

6) Presidência do PMDB

Temer assume, em 2001, o comando do PMDB. Em 2004, integra a ala do partido que deixou o governo Lula, para retornar dois anos mais tarde, após a eclosão do escândalo do mensalão.

7) Volta ao comando da Câmara e escolha como vice 

Em 2009, é eleito novamente presidente da Câmara dos Deputados. Após resistência de setores petistas (incluindo Lula, segundo a imprensa), é escolhido como vice da então ministra Dilma Rousseff para a disputa pela Presidência da República, na primeira dobradinha PT-PMDB em uma eleição para o cargo.

10) Após a eleição, desempenho discreto

Após a posse, em 2011, Temer passa a presidir fóruns comerciais brasileiros com a Rússia e a China. A imprensa relata distanciamento entre ele e Dilma Rousseff, que viaja menos ao exterior que seus antecessores e, com isso, abre menos espaço para desempenho do vice como presidente interino.

11) Resistência do PMDB e disputa à reeleição 

Em eleição interna, com um placar considerado apertado para uma ocasião como essa (59% a 41%), o PMDB aprova a reedição da chapa para a disputa à reeleição em 2014. Ficam claras, assim, as rachaduras na parceria. 

"O Brasil continuará a se desenvolver por conta dessa aliança e abrindo espaço para que o PMDB ocupe todos os espaços políticos neste país", diz Temer ao comemorar a decisão do partido. 

Ambos são reeleitos no segundo turno, em uma vitória apertada contra a dupla tucana Aécio Neves e Aloysio Nunes.

12) Articulação política

Em meio à crise política e ao avanço de protestos pró-impeachment, e após sucessivas derrotas do governo na Câmara, capitaneadas pelo então presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Dilma repassa a Temer, em abril de 2015, funções à época atribuídas ao ministro das Relações Institucionais. 

Com isso, ele passa a ser responsável pela articulação entre governo e Congresso. Nos bastidores, segundo o noticiário, reclama de que os compromissos que assumiu com os parlamentares não eram honrados pelo ministro Aloizio Mercadante, responsável pela Casa Civil. 

Em agosto, Temer deixa a articulação política do governo. O partido divulga um documento intitulado Ponte para o Futuro , no qual explicita sua visão sobre a crise e indica saídas para ela.

13) Carta e rompimento 

Após a deflagração do impeachment de Dilma por Cunha, envia à presidente uma carta, na qual reclama do papel desempenhado no primeiro mandato. 

No documento, no qual se queixa de ter sido tratado como um "vice decorativo", diz ainda saber que a petista não confia nele nem no PMDB. 

"Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo", afirma.

A carta é vista como passo inicial para um rompimento oficial do PMDB com a gestão Dilma, concluído no fim de março, poucas semanas antes da votação do impeachment na Câmara.

14) Articulação e críticas

Desde o rompimento, Temer intensifica articulações e encontros para a composição de um novo governo. Passa a criticar "discurso de golpe" adotado por Dilma e pelo PT e a oficialmente se colocar como sucessor da presidente.

Fonte: Terra.com.br

Confira como votou cada senador na sessão do impeachment

IMPEACHMENT NO SENADO:
AFASTAMENTO DA PRESIDENTE POR ATÉ 180 DIAS

Senadores decidem abrir o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Clique AQUI e veja como votou cada senador.

Processo de impeachment é aberto, e Dilma é afastada por até 180 dias

O plenário do Senado Federal aprovou às 6h34 desta quinta-feira (12) a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por 55 votos a favor e 22 contra. Com a decisão, ela fica afastada do mandato por até 180 dias. Com o afastamento de Dilma, o vice Michel Temer assume a Presidência da República.

A sessão começou às 10h desta quarta-feira (11) e durou mais de 20 horas. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não votou – ele só votaria em caso de empate. Dois senadores, de licença médica, se ausentaram: Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM).

Dilma Rousseff deverá ser oficialmente notificada nesta quinta (12) da decisão do afastamento.

Segundo Renan informou após o resultado da votação, a presidente vai manter, no período em que estiver afastada, o direito à residência oficial do Palácio da Alvorada, segurança pessoal, assistência saúde, remuneração, transporte áreo e terrestre e equipe a serviço do gabinete pessoal da Presidência.

Agora, o Senado passará a colher provas, realizar perícias, ouvir testemunhas de acusação e defesa para instruir o processo e embasar a decisão final. O julgamento será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que também comandará a Comissão Processante do Senado.

O impedimento definitivo da presidente depende do voto favorável de 54 (dois terços) dos 81 senadores, em julgamento que ainda não tem data para ocorrer.

Repercussão
Logo após o resultado, políticos comentaram, ainda no plenário a decisão de afastar Dilma por até 180 dias.

Para o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, o novo governo, de Temer, não poderá errar e precisa fazer "grandes reformas".

"Acredito muito na sinalização. Uma nova sinalização que poderá ser dado nesse governo. Temer terá uma chance e não poderá errar. Terá o PSDB ao seu lado para minimizar os danos causados pelo governo.Certamente ele não terá apoio apenas congressual, mas da sociedade brasileira, se estiver disposto a fazer as grandes reformas", afirmou Aécio.

Humberto Costa (PT-PE), líder do governo, afirmou que o primeiro passo do PT vai ser defender o programa do partido e fazer oposição ao governo Temer.

"Ontem tivemos políticas públicas que fizeram o país avançar. Certamente esse legado será lembrado pelo povo brasileiro. Quanto a recursos vamos avaliar se cabe algum tipo de recurso a essa decisão. Nosso primeiro passo vai ser resgatar o programa do PT, acompanhar esse governo ilegítimo e defender a força das nossas propostas," disse Costa.

O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) afirmou que o dia não é de comemoração, mas que o afastamento da presidente dá uma "esperaça" para a população.

"Não é um dia de comemoração. Algumas comemorações que aconteceram foram por parte de deputados, que vieram da outra casa, e fizeram ligeira manifestação.  [...]  A expectativa é de esperança para o povo brasileiro. O Congresso tomou a decisão sintonizada com sentimento das ruas. Não é algo que possamos comemorar, mas algo que devemos levar como processo de renovação e esperança", disse Eunício.

Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o afastamento de Dilma é um "absurdo". Ele voltou a argumentar, como tem feito nos últimos dias, que a presidente não cometeu crime de responsabilidade.

"Achamos um absurdo afastar uma presidenta sem crime de responsabilidade, é uma grande injustiça. Não há crime de responsabilidade. Está sendo afastada porque há maioria parlamentar contra ela [...] Agora vamos entrar em nova etapa, uma mais técnica, e eu acredito ainda que na batalha final do julgamento temos chance, porque eles vão precisar de 54 votos e tiveram 55", disse Lindbergh.

Próximas etapas
Saiba quais serão os próximos passos da tramitação do processo de impeachment no Senado:

>> Com a autorização do plenário para a abertura do processo, o caso volta à Comissão Especial do Impeachment para a etapa de produção de provas, chamada de fase de instrução.

>> Será concedido à presidente um prazo de, pelo menos, 20 dias para apresentar a sua defesa – o prazo será fixado pelo presidente da comissão especial, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).

>> Nessa fase, acusação e defesa poderão pedir a convocação de testemunhas, a realização de perícias e o envio de documentos que acharem adequados, como pareceres do Tribunal de Contas da União. Não há prazo definido para essa etapa. Por se tratar de um processo judiciário, o comparecimento das testemunhas convocadas é obrigatório – sob pena de serem conduzidas coercitivamente.

>> No final dessa etapa, a presidente Dilma Rousseff poderá ser interrogada. Ainda não está definido, mas é possível que se abra um prazo de até 15 dias para as alegações finais da acusação e mais 15 dias para as alegações da defesa – nenhum fato ou argumento novo poderá ser inserido.

>> A partir daí, haverá um prazo mínimo de dez dias consecutivos para que o relator apresente um parecer sobre a procedência ou a improcedência da acusação e para que a comissão vote – dentro desse período.

>> Para ser aprovado, esse parecer, que passa a ser chamado de parecer de pronúncia, necessita de maioria simples. Se isso ocorrer, considera-se procedente a acusação e começa a fase de julgamento. A decisão será lida na sessão seguinte do plenário do Senado, e o parecer, publicado no "Diário Oficial do Senado".

>> Esse parecer deverá ser submetido ao plenário do Senado em até 48 horas. No plenário, ainda não está definido se a acusação e a defesa terão 30 minutos cada para se pronunciar. Deverá, então, ser concedido prazo, provavelmente de 15 minutos, para que cada um dos 81 senadores se manifeste, o que poderá levar cerca de 20 horas e meia.

>> Para a votação valer, precisam estar presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Para que o parecer seja aprovado, é necessária maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. A sessão será presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que passa a ter o nome oficial de presidente do Senado como órgão judiciário. O presidente do Senado, Renan Calheiros, poderá votar como qualquer outro senador nesta segunda votação.

>> Uma vez aprovado o parecer, as partes serão notificadas. Deverá ser concedido um prazo aos autores da denúncia para que apresentem em até 48 horas uma peça chamada no jargão jurídico de libelo acusatório, que nada mais é do que uma consolidação das acusações e provas produzidas. Eles também deverão apresentar um rol de testemunhas.

>> Em seguida, a defesa terá 48 horas para apresentar uma resposta, chamada no jargão de contrariedade ao libelo, além do rol de testemunhas. Todo o processo é encaminhado para o presidente do Supremo, a quem caberá marcar uma data para o julgamento e intimar as partes e as testemunhas. Deverá ser respeitado um prazo mínimo de dez dias para se marcar o julgamento. Se o parecer no plenário do Senado for rejeitado, o processo é arquivado e a presidente reassume o cargo.

Julgamento final 
>> Na data marcada, o julgamento será realizado no plenário do Senado, presidido pelo presidente do Supremo, ministro  Ricardo Lewandowski, novamente na condição de presidente do Senado como órgão judiciário.

>> As partes podem comparecer pessoalmente ao julgamento ou serem representadas por procuradores. Poderão ser convocadas testemunhas, que serão interrogadas pela acusação, defesa e pelos senadores, que assumem o papel de juízes. No entanto, as perguntas dos parlamentares não serão feitas diretamente por eles. Elas terão que ser encaminhadas para Lewandowski para que ele faça as indagações.

>> O número de testemunhas e o tempo dos depoimentos ainda precisarão ser definidos. Ainda há previsão, segundo a Secretaria-Geral da Mesa do Senado, de realização de debates orais, embora não esteja definido quem exatamente poderia falar.

>> Depois disso, as partes se retiram da sessão para discussão entre senadores – não está definido quanto tempo cada um terá para se manifestar. O presidente Ricardo Lewandowski  elaborará um relatório, que é diferente de um parecer, pois não haverá juízo de valor.

>> Em seguida, acontece a votação nominal. Os senadores serão chamados ao microfone para responder “sim”, “não” ou “abstenção” à seguinte pergunta: “Cometeu a acusada Dilma Vana Rousseff os crimes que lhe são imputados, e deve ser ela condenada à perda de seu cargo e à inabilitação temporária, por oito anos, para o desempenho de qualquer função pública, eletiva ou de nomeação?”

>> Não há definição de como será a ordem de chamada – caberá ao presidente Lewandowski decidir essa questão. Para ser aprovado o impeachment, são necessários os votos de pelo menos dois terços dos senadores (54 votos).

>> Caso o impeachment seja aprovado, Lewandowski lavra a sentença, que é publicada no "Diário Oficial". Dilma é então notificada, perde o mandato e fica inelegível por oito anos. O processo é, então, encerrado. Se rejeitado o impeachment, o processo é arquivado e a presidente da República reassume.

Fonte: G1

terça-feira, 10 de maio de 2016

Cria do Sabugy, atacante Gionnotti se apresenta ao Palmeiras

O futuro do atacante Gionnotti enfim foi definido. O atleta, que atualmente tem apenas 18 anos, foi revelado pelo Sabugy Futebol Clube de Santa Luzia e profissionalizado no Sousa.

Após se destacar no Campeonato Paraibano com a camisa do Dinossauro, o jogador foi emprestado ao Botafogo de João Pessoa para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Juniors deste ano, onde se deu muito bem, virando alvo de olheiros e empresários por ter sido o destaque do time na competição.

O futebol apresentado pela nova promessa despertou o interesse de grandes clubes do país, a exemplo de Cruzeiro, Internacional, Corinthians e Palmeiras. Após muitas especulações, Gio, como é carinhosamente chamado pelos colegas de infância, teve parte do seu passe negociado pelo Sousa com um grupo de empresários da Fairplay.

Na tarde desta terça-feira (10) o seu agente, Will Dantas, que também é um dos acionistas da referida empresa, usou o seu perfil na rede social Instagram para postar uma foto onde está ao lado do jovem na sala de troféus da Arena Allianz Parque, estádio do Palmeiras, clube este que irá defender daqui pra frente.

"Existem pessoas que falam e outras que fazem. Sou do tipo que gosta de fazer, porque falar, até papagaio fala. Eu disse lá atrás que quando tivesse algo de concreto para o jogador todos ficariam sabendo, e aí está, sem blá, blá, blá e sem mim, mim, mim. Apresentação de Gionnotti no Palmeiras", postou Will, em tom de desabafo, como legenda da foto.

Alguns torcedores do alvi-verde paulista receberam a notícia com bons olhos e aproveitaram o momento para dar força ao recém chegado.

Gionnotti deverá assinar contrato ainda esta semana. A duração do acordo não foi revelado pelo atleta.

Confira a programação do 20° Santo Antônio de Santana do Seridó/RN

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Confira a programação do São Pedro de São Mamede

A edição 2016 do São Pedro da cidade de São Mamede será no primeiro final de semana de julho, entre os dias 1, 2 e 3.

Mais já na quinta feira, dia 30 de Junho, acontece o tradicional "Forró do João Lavanca", com Forró Precateado e Gustavinho na Sanfona.
 
Confira a programação para os demais dias:
 
Sexta-feira - 1° de julho - (Sabugy Clube)
Brasas do Forró
Katia Cilene
 
Sábado - 02 de julho - (O Bezerrão)
Pegada de Barão
Forró do Amasso
Forró Pegado
 
Domingo - 03 de julho - (O Bezerrão)
Sanara e Forró SA
Espora de Ouro
João Lima
Rodolfo Lopes
Pinto do Acordeon 

Fonte: Luiz Carlos

Escola Padre Jerônimo Lauwen é a única do Nordeste a realizar Scratch Day

Acontece no próximo dia 14 (sábado) o Scratch Day, um evento voltado para o público jovem que está iniciando sua carreira na programação de computadores.

Os Scratch é uma linguagem de programação educativa desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts – MIT, ideal para pessoas que estão começando a programar. A linguagem Scratch foi desenvolvida para ajudar crianças e jovens no aprendizado de conceitos matemáticos e computacionais. Com o Scratch é possível criar histórias animadas, jogos e outros programas interativos.

Este é o primeiro ano em que o Scratch Day acontece na escola, sendo o único até o momento no Nordeste brasileiro. O evento tem como objetivo atingir os alunos do 1° ano do Curso Técnico em Informática, que estão aprendendo a programar computadores.

O Scratch Day acontecerá no laboratório de informática da Padre Jerônimo e terá duração de 10 horas. Ao final do evento os alunos participantes serão certificados e compartilharão nas redes sociais suas atividades.

Texto: Jaian Tales

Efraim Filho diz que anular votação do impeachment de Dilma não deve surtir efeito

O deputado federal Efraim Filho (Democratas) avaliou a decisão do presidente da Câmara Federal, Waldir Maranhão, que anulou a sessão que aprovou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Casa.
 
“A primeira impressão é que ela não será capaz de surtir efeito. Não pode um presidente de forma monocrática rever uma decisão tomada pelo plenário que já está em outra instância do poder. Na minha concepção, quem teria poder de suspender o rito do impeachment é o STF, que já alegou a constitucionalidade do presidente”, disse o democrata.

O parlamentar criticou o que considerou ser uma “cartada desesperada do governo”. “Ficou claro que a presidente Dilma quer salvar o PT, e não o Brasil. A primeira reação foi o dólar disparar, o que traz mais inflação e desemprego”, comentou.
 
Fonte: Blog do Gordinho