Em Patos, a disputa política já provoca
rachas em alguns partidos, como PSB e PP. As pré-candidaturas são: da
deputada Francisca Motta (PMDB), da situação, que vai para a disputa com
toda a estrutura do grupo do ex-governador José Maranhão; Lenildo
Morais (PT); Dr Rui Ponte (PP); e o médico Dinaldo Filho, conhecido como
Dinaldinho (DEM) – filho do ex-deputado Dinaldo Wanderley e que terá o
apoio do governador Ricardo Coutinho.
Mas apesar de colocar a possibilidade de
uma candidatura própria, o PT está pleiteando a vice do PMDB. Se
conseguir, volta atrás na candidatura própria. Mas Francisca Motta disse
que a definição só sai entre o final de maio e início de junho.
“Estamos conversando com vários partidos
e se Deus quiser haverá um consenso. Eu não tenho dúvida que essa
chapa, pelo que foi feito pelo prefeito Nabor, nós iremos continuar com
esse trabalho”, disse.
O PP de Patos, dirigido por Vieirinha,
tem uma ala que apoia a pré-candidata do PMDB, mesmo o partido tendo
postulante: Dr Rui Ponte.
Já o PSB municipal está dividido porque
parte dele apoia a candidatura do DEM, enquanto outra parte a rejeita. O
motivo é que o presidente municipal da legenda socialista em Patos,
Bonifácio Rocha, não apoia a candidatura do DEM. Já os partidos pequenos
caminham para fazer composição. O PCdoB, por exemplo, pleiteia a vice
do PMDB.
O secretário de organização do PCdoB,
Simão Almeida, avalia positivamente o cenário formado por múltiplos
partidos e pré-candidaturas. “Os partidos estão descobrindo que esse é o
caminho para crescer, que é preciso eleger cargo majoritário porque
somente elegendo cargo no Legislativo o partido fica emperrado. Mas é
preciso ter quadros”, pontua.

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