A ESSOR, em parceria com a Ação Social Diocesana de Patos (ASDP) e
ACOMVA, está realizando desde o dia 02 até 08 de novembro, o II Intercâmbio de
Educação entre Brasil, África e França.
O objetivo do evento é compartilhar experiências educativas de
desenvolvimento cognitivo e comportamental com crianças e adolescentes
socialmente vulneráveis nos países já citados, em busca da defesa dos
direitos desse público alvo.
O Intercâmbio teve como locais de
realização, Fortaleza (02 e 03), Várzea Alegre e Granjeiro (04), Pombal e
Patos (05). Hoje (06), é a vez de Santa Luzia, e (07 e 08) João Pessoa.
A comunidade visitada na capital do Vale do Sabugi está sendo a quilombola São Sebastião. O encontro teve início às 08h com as visitas domiciliares, visita à escola, oficinas e troca de
experiência sobre as redes de atores de pré-escolar em GB e Moçambique.
O Intercâmbio de Educação entre Brasil, África e França acontece com
uma vasta programação entre animação, palestras, troca de experiência,
visitas domiciliares, formação e oficinas, envolvendo cerca de 50
educadores e profissionais de educação de todas as cidades
participantes.
O evento é uma continuidade do I encontro
realizado em Moçambique no ano de 2013 possibilitando a profissionais e
representantes de organizações sociais e atores públicos dos diferentes
países, conhecer e somar experiências através de visitas às ações
desenvolvidas no Ceará e na Paraíba.
Com Mais Patos
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Cássio descarta licença no Senado e desanima Deca do Atacadão
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) descartou que vá se licenciar do
cargo de senador, pelo menos por enquanto. O tucano garantiu que irá
manter seu trabalho no Congresso em busca de melhorias para o Estado o
qual ele representa e não vê, no momento, nenhum necessidade de se
licenciar da Casa Legislativa.
Essa notícia não agradou nenhum pouco o 1º suplente do campinense, Deca do Atacadão, já que o sertanejo acreditava cegamente na vitória de Cássio nas eleições deste ano, onde na oportunidade assumiria de vez a cadeira em Brasília.
Essa notícia não agradou nenhum pouco o 1º suplente do campinense, Deca do Atacadão, já que o sertanejo acreditava cegamente na vitória de Cássio nas eleições deste ano, onde na oportunidade assumiria de vez a cadeira em Brasília.
Sabugy precisa se regularizar para ter direito a voto nas eleições da FPF em dezembro
A
Junta Provisória da Federação Paraibana de Futebol divulgou no início
da noite desta quarta-feira a relação de entidades aptas a votarem nas
eleições internas da FPF, que vai acontecer em 12 de dezembro.
Segundo o documento, 43 entidades já estão liberadas para votar, mas outras 19 ainda têm a possibilidade de se adequarem até o dia do pleito. O curioso é que nesta segunda lista estão clubes profissionais como o Botafogo-PB. E também a maioria das equipes que jogam a 2ª divisão de 2014, a exemplo de Leonel, Sabugy, Femar, Grêmio Serrano e Lucena. Nesta lista ainda estão equipes tradicionais como o Nacional de Patos.
Segundo o documento, 43 entidades já estão liberadas para votar, mas outras 19 ainda têm a possibilidade de se adequarem até o dia do pleito. O curioso é que nesta segunda lista estão clubes profissionais como o Botafogo-PB. E também a maioria das equipes que jogam a 2ª divisão de 2014, a exemplo de Leonel, Sabugy, Femar, Grêmio Serrano e Lucena. Nesta lista ainda estão equipes tradicionais como o Nacional de Patos.
O
documento, inclusive, foi produzido pela Promotoria de Fundações de
João Pessoa do Ministério Público da Paraíba, cujo promotor, Alexandre
Jorge Nóbrega, conferiu pessoalmente a documentação de cada entidade. E
segundo a nota assinada por ele, “só serão admitidos a exercer o direito
de voto os clubes e ligas registrados em cartório, com os mandatos dos
dirigentes em dia até a data da eleição”.
Estes
19 clubes que ainda podem se regularizar, portanto, são aqueles cujos
mandatos tiverem expirados entre a data limite para o cadastramento
(24/10/2014) e a data prevista para a eleição (12/12/2014). Nestes
casos, os clubes têm até a véspera do pleito para realizarem as novas
eleições e apresentarem as atas registradas em cartórios com os novos
dirigentes.
O
Ministério Público informou ainda que só entrou nas duas listas
entidades qualificadas como “ativa” pela Secretaria da Receita Federal.
Veja as entidades que já estão aptas para votar (clubes profissionais em negrito):
Picuiense, Campinense, Queimadense, Treze, Spartax, Auto Esporte, Sport Campina, Miramar, CSP, Internacional de Teixeira, Nacional de Pombal, Sousa, Perilima, Santa Cruz-PB, América de Caaporã, Atlético de Cajazeiras, Liga Cajazeirense de Desportos, Liga Desportiva Poço Mourense, Liga Cabedelense de Desporto, Liga Desportiva Guarabirense, Liga Desportiva de Santa Rita, Liga Campinense de Futebol, Liga Queimadense de Desportos, Liga Desportiva de Bayeux, Liga Desportiva Mamanguapense, Liga Sousense de Futebol, Liga Sapeense de Futebol, Liga Desportiva de Itaporanga, Ponte Preta Futebol Clube, Padre Zé Esporte Clube, Associação Atlética Bartira, Santos Futebol Clube, Clube Recreativo Kashima, Sociedade Esportiva Estudante, Filipeia Esporte Clube, Fluminense Futebol Clube, Centro Esportivo Avaí, Escorpios Futebol Clube, Associação Esportiva Marretinha, Associação Atlética Boa Vista, Associação Atlética Portuguesa, Diamante Esporte Clube e Clube Reacreativo Flamengo
Veja os clubes que ainda precisam se regularizar (clubes profissionais em negrito):
Cruzeiro-PB, Grêmio Paulistano, Ibis Futebol Clube, Parahyba Esporte Clube, Botafogo-PB, Leonel,Sabugy, Nacional de Patos, Femar, Palmares Esporte Clube, Clube Atlético Pessoense, Maguari Esporte Clube, Força Comunitária de João Pessoa, ABC Futebol Clube, União Pedrafoguense, Ribeirão Preto Esporte Clube, Grêmio Serrano, Lucena e Liga São Joanense
Fonte: Globo Esporte PB
Fusão do DEM com PSC e SD deve mexer no tabuleiro político da Paraíba
Com objetivo de
aglutinar três grandes forças – ruralistas, sindicalistas e evangélicos – o DEM
abriram negociações para possível fusão com o PSC e o partido Solidariedade
(SD). Sua direção obteve sinalização positiva do pastor Everaldo (RJ) e se
reuniu em café da manhã na casa do presidente do SD, Paulo Pereira (SP), da
Força Sindical, em Brasília. O novo partido nasceria com 49 deputados e seis
senadores.
A informação foi confirmada pelo colunista nacional Cláudio Humberto nesta quinta-feira (06) que destacou que estiveram com Paulinho da Força Ronaldo Caiado (GO), Mendonça Filho (PE), Onyx Lorenzoni (RS) e Rodrigo Maia (RJ), todos do DEM.
O DEM propõe que os dirigentes dos atuais três partidos se revezem na presidência da nova sigla e dividam igualmente cargos na direção. Porém se concretizado essa fusão, o DEM comandado pelo ex-senador Efraim Morais que faz parte do governo de Ricardo Coutinho (PSB) trará para as hostes socialistas deputados eleitos na base de Cássio Cunha Lima (PSDB) como Arnaldo Monteiro (PSC), Renato Gadelha (PSC), Carlos Batinga (PSC) na ALPB; e Benjamim Maranhão (SD) para a Câmara Federal. Ampliando assim a base de sustentação de Ricardo Coutinho no legislativo estadual e federal.
Fonte: PB Agora
A informação foi confirmada pelo colunista nacional Cláudio Humberto nesta quinta-feira (06) que destacou que estiveram com Paulinho da Força Ronaldo Caiado (GO), Mendonça Filho (PE), Onyx Lorenzoni (RS) e Rodrigo Maia (RJ), todos do DEM.
O DEM propõe que os dirigentes dos atuais três partidos se revezem na presidência da nova sigla e dividam igualmente cargos na direção. Porém se concretizado essa fusão, o DEM comandado pelo ex-senador Efraim Morais que faz parte do governo de Ricardo Coutinho (PSB) trará para as hostes socialistas deputados eleitos na base de Cássio Cunha Lima (PSDB) como Arnaldo Monteiro (PSC), Renato Gadelha (PSC), Carlos Batinga (PSC) na ALPB; e Benjamim Maranhão (SD) para a Câmara Federal. Ampliando assim a base de sustentação de Ricardo Coutinho no legislativo estadual e federal.
Fonte: PB Agora
Deputado Manoel Júnior pode estar de malas prontas para o ninho tucano
O deputado federal reeleito Manoel Júnior (PMDB) pode estar de malas prontas para deixar o PMDB e desembarcar no ninho tucano.
De acordo com informações obtidas pelo Blog do Gordinho, o parlamentar teria sido convidado para presidir o PSDB de João Pessoa.
A
saída de Manoel Júnior teria sido motivada após as declarações do
deputado federal eleito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) que defendeu a
saída dele do comando do PMDB de João Pessoa. O ex-prefeito de Campina
Grande ainda cobrou do partido punição para os infiéis.
Nas
eleições deste ano, Manoel Júnior decidiu apoiar a candidatura do
senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao governo do estado já no primeiro
turno.
Fonte: Fabiano Gomes
Ricardo Coutinho diz que Cássio quer ganhar eleição em um terceiro turno
O governador Ricardo
Coutinho (PSB) criticou a Coligação 'A Vontade do Povo' pelas Aijes
? Ação de Investigação Judicial Eleitoral impetradas no Tribunal
Regional
Eleitoral (TRE). O socialista disse que as ações são uma forma da
oposição
querer ganhar a eleição, criando um terceiro turno. Apesar da crítica o
governador disse que não está 'nenhum pouco preocupado'.
"É inaceitável que
alguns políticos e setores queiram construir um terceiro turno tentando anular uma
decisão do povo da Paraíba", disparou o governador, durante um encontro com 110
prefeitos que o apoiaram durante o pleito de outubro, ocorrido nesta quarta-feira, 5.
Ricardo se utilizou de ironia para mandar um
recado ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB).
"Se querem terceiro turno,
que disputem as eleições de 2016. Vão tentar encontrar votos, porque essa
eleição já foi decidida pela maioria absoluta dos paraibanos que rejeitou o
discurso vazio de alguém que queria ganhar só com promessas, não tendo feito nada
mesmo quando teve a oportunidade de realizar muito durante mais de sete
anos. Aí é querer forçar a barra", disparou.
A Coligação 'A Vontade do Povo' impetrou Aijes contra o governador o acusando de abuso de poder e uso da máquina pública durante a eleição.
A Coligação 'A Vontade do Povo' impetrou Aijes contra o governador o acusando de abuso de poder e uso da máquina pública durante a eleição.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A volta dos que não foram: Rosilene Gomes vai disputar a presidência da FPF
A disputa pelo comando da Federação Paraibana de Futebol (FPF) esquentou de vez. A ex-presidente Rosilene Gomes estar disposta a reconquistar o cargo e para isso vai disputar o páreo com Coriolano Coutinho, irmão do governador.
Rosilene que foi afastada por força de liminar concedida pela juíza da 8ª Vara Cível da comarca da Capital, Renata da Câmara Pires Belmont, sempre teve disputas consideradas fáceis pelo comando da FPF.
Agora a realidade é outra e ela enfrentará batalha dura com a entrada de Coriolano que tem o apoio do presidente do Botafogo da Paraíba, Nelson Lira. Este vem trabalhando pesado para consolidar a candidatura do ex-superintendente da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), Coriolano Coutinho, para presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF).
O apoio do Botafogo a candidatura de Coriolano Coutinho seria um pedido especial do seu irmão, o governador Ricardo Coutinho (PSB). De acordo com informações da Fonte, Nelson Lira e Coriolano Coutinho já teriam, inclusive, agendado algumas reuniões privadas com dirigentes de vários clubes paraibanos.
25 ANOS DEPOIS
Após 25 anos, a eleição para presidência da Federação Paraibana de Futebol (FPF) pode entrar na história. Pelo menos no número de candidatos a presidente. Depois da ex-presidente Rosilene Gomes ser afastada da entidade pela Justiça da Paraíba, acabando com uma sequência de 25 anos de reeleições por aclamação e com chapas únicas, o pleito agora pode ter um número recorde de candidatos.
Além de Rosilene e do irmão do governador, estão na disputa, o presidente do Sousa e um nome forte vindo do Sertão Aldione Abrantes; o ex-presidente do Treze Olavo Rodrigues; o ex-presidente do Botafogo (PB) Ariano Wanderley, que é da Junta da FPF; o presidente do Conselho Deliberativo do CSP, Josivaldo Alves; o presidente do Cruzeiro de Itaporanga, Nosman Barreiros; e o ex-presidente do Campinense, Rômulo Leal, o também interventor João Máximo; e o ex-presidente do Auto Esporte, Klécius Gomes.
Fonte: Zé Euflávio
Rosilene que foi afastada por força de liminar concedida pela juíza da 8ª Vara Cível da comarca da Capital, Renata da Câmara Pires Belmont, sempre teve disputas consideradas fáceis pelo comando da FPF.
Agora a realidade é outra e ela enfrentará batalha dura com a entrada de Coriolano que tem o apoio do presidente do Botafogo da Paraíba, Nelson Lira. Este vem trabalhando pesado para consolidar a candidatura do ex-superintendente da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), Coriolano Coutinho, para presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF).
O apoio do Botafogo a candidatura de Coriolano Coutinho seria um pedido especial do seu irmão, o governador Ricardo Coutinho (PSB). De acordo com informações da Fonte, Nelson Lira e Coriolano Coutinho já teriam, inclusive, agendado algumas reuniões privadas com dirigentes de vários clubes paraibanos.
25 ANOS DEPOIS
Após 25 anos, a eleição para presidência da Federação Paraibana de Futebol (FPF) pode entrar na história. Pelo menos no número de candidatos a presidente. Depois da ex-presidente Rosilene Gomes ser afastada da entidade pela Justiça da Paraíba, acabando com uma sequência de 25 anos de reeleições por aclamação e com chapas únicas, o pleito agora pode ter um número recorde de candidatos.
Além de Rosilene e do irmão do governador, estão na disputa, o presidente do Sousa e um nome forte vindo do Sertão Aldione Abrantes; o ex-presidente do Treze Olavo Rodrigues; o ex-presidente do Botafogo (PB) Ariano Wanderley, que é da Junta da FPF; o presidente do Conselho Deliberativo do CSP, Josivaldo Alves; o presidente do Cruzeiro de Itaporanga, Nosman Barreiros; e o ex-presidente do Campinense, Rômulo Leal, o também interventor João Máximo; e o ex-presidente do Auto Esporte, Klécius Gomes.
Fonte: Zé Euflávio
Na Paraíba, 159 candidatos deixaram de apresentar suas prestações de contas a Justiça Eleitoral
Os
candidatos que estiveram na disputa eleitoral até o primeiro turno da
eleição 2014 tinham até esta terça-feira, 4, para apresentarem as suas
prestações de contas. No entanto, muitos deles não atentaram para o
prazo estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TRE). Na Paraíba, 159
candidatos deixaram de apresentar suas prestações de contas a Justiça
Eleitoral.
O Tribunal Regional
Eleitoral (TRE-PB) estava aguardando as prestações de contas de 580
candidatos, mas apenas 421 apresentaram os balancetes de gastos e
arrecadações na campanha.
Entre as
prestações apresentadas, constavam a dos quatro candidatos a governador
que ficaram de fora do segundo turno e seus respectivos vices.
Quem
perdeu o prazo será notificado a partir desta quarta-feira (5) pelo
Tribunal e terá um prazo de até 72 horas para suprir a omissão. No
entanto, terão as contas analisadas com ressalvas em virtude do atraso
na entrega da documentação, que começa a ser analisada hoje por uma
Comissão Especial de Prestação de Contas, que vai priorizar os processos
dos candidatos eleitos e dos primeiro e segundo suplentes das
coligações e partidos.
O candidato que
não prestar contas ou tiver as contas julgadas não prestadas fica
impedido de obter certidão de quitação eleitoral e não poderá ser
diplomado.
Maranhão e Vital tentam ‘queimar’ volta de Aguinaldo para o Governo Dilma
O jornalista da revista Época, Felipe Patury, publicou nesta terça-feira
(5), em sua coluna, que o PMDB da Paraíba trabalha para boicotar a ida
de Aguinaldo Ribeiro (PP) novamente para o Ministério das Cidades, no
segundo governo da presidente Dilma Rousseff.
De acordo com Patury, o senador eleito, José Maranhão e o senador Vital do Rêgo, que disputou o Governo do Estado, e outras lideranças do partido estariam trabalhando para evitar que o paraibano volte ao cargo, do qual se afastou para disputar a reeleição.
Os peemedebistas estariam utilizando como justificativa para que Aguinaldo não assuma novamente o Ministério o fato do progressista ter apoiado Cássio Cunha Lima (PSDB), aliado do então presidenciável Aércio Neves, para o governo.
A alegação dos paraibanos é que Ribeiro não poderia ser premiado com o cargo por ter abandoado a aliança com o PT nacional.
Leia a nota na íntegra
O comando do PMDB da Paraíba quer impedir que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP) volte ao Ministério das Cidades. Ribeiro deixou o cargo para concorrer à reeleição. Como o PT da presidente Dilma Rousseff aliou-se no estado ao PMDB, seu adversário, Ribeiro apoiou o presidenciável tucano Aécio Neves.
Ribeiro nega ter apoiado Aécio. Diz que sua campanha foi suprapartidária e que comemorou a reeleição de Dilma ao lado dela.
Afirma também que não sonha em voltar ao ministério, como dizem seus opositores. O movimento para impedir que Ribeiro volte ao governo é liderado pelo senador Vital do Rêgo e o senador eleito José Maranhão, os principais líderes do PMDB paraibano.
O grupo alega que Ribeiro seria premiado depois de ter abandonado a aliança com o PT nacional.
Fonte: Roberto Targino - MaisPB
De acordo com Patury, o senador eleito, José Maranhão e o senador Vital do Rêgo, que disputou o Governo do Estado, e outras lideranças do partido estariam trabalhando para evitar que o paraibano volte ao cargo, do qual se afastou para disputar a reeleição.
Os peemedebistas estariam utilizando como justificativa para que Aguinaldo não assuma novamente o Ministério o fato do progressista ter apoiado Cássio Cunha Lima (PSDB), aliado do então presidenciável Aércio Neves, para o governo.
A alegação dos paraibanos é que Ribeiro não poderia ser premiado com o cargo por ter abandoado a aliança com o PT nacional.
Leia a nota na íntegra
O comando do PMDB da Paraíba quer impedir que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP) volte ao Ministério das Cidades. Ribeiro deixou o cargo para concorrer à reeleição. Como o PT da presidente Dilma Rousseff aliou-se no estado ao PMDB, seu adversário, Ribeiro apoiou o presidenciável tucano Aécio Neves.
Ribeiro nega ter apoiado Aécio. Diz que sua campanha foi suprapartidária e que comemorou a reeleição de Dilma ao lado dela.
Afirma também que não sonha em voltar ao ministério, como dizem seus opositores. O movimento para impedir que Ribeiro volte ao governo é liderado pelo senador Vital do Rêgo e o senador eleito José Maranhão, os principais líderes do PMDB paraibano.
O grupo alega que Ribeiro seria premiado depois de ter abandonado a aliança com o PT nacional.
Fonte: Roberto Targino - MaisPB
TSE libera dados da eleição para o PSDB fazer auditoria
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral aceitou
nesta terça-feira liberar ao PSDB acesso aos arquivos eletrônicos e
demais documentos referentes à totalização dos votos da eleição
presidencial. Com esses dados, os tucanos poderão realizar uma auditoria
própria do resultado. Ao saber da decisão do TSE, deputados tucanos
comemoraram no plenário da Câmara. A corte, porém, negou o pedido da
sigla para criar uma comissão multipartidária para auditar o pleito por entender que o partido não tem legitimidade jurídica para atuar em nome de outras legendas.
Ao aprovar a liberação dos arquivos ao PSDB, o presidente do TSE José Dias Toffoli ressaltou que todos os procedimentos deferidos constam em resoluções da corte que tratam da transparência do processo eleitoral e estavam disponíveis antes da eleição. No segundo turno, o PSDB foi derrotado pela presidente Dilma Rousseff por uma diferença de três pontos.
Apesar de aprovar o fornecimento dos dados, Toffoli criticou os argumentos usados pelos tucanos no pedido e afirmou que o PSDB não apresentou indícios de fraude no pleito, limitando-se a relatar a descrença de algumas pessoas no resultado da votação. O presidente da corte garantiu a transparência das eleições e ressaltou que o desenvolvimento dos programas usados na apuração das urnas esteve a disposição, desde abril, de todos os partidos políticos, do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), desde o momento em que começaram a ser elaborados.
Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes defendeu que a Justiça Eleitoral acabe com suspeitas de fraude no resultado nas eleições, mesmo que sejam descabidas e levantadas por meio das redes sociais. Segundo o ministro, o pedido do PSDB contribui para a pacificação do assunto.
Denúncias – Na ação apresentada ao TSE, o coordenador Jurídico Nacional do PSDB, o deputado federal Carlos Sampaio, ressaltou que, passadas as eleições, surgiram uma série de denúncias e desconfianças por parte da população. "Nas redes sociais, os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz.
A ação pedia a criação de uma comissão de especialistas indicados pelos partidos políticos para analisar diversos documentos, como as cópias de boletins de urnas de todas as sessões eleitorais do país e dos logs originais e completos das urnas, ordens de serviço e registros técnicos sobre atualização e manutenção do sistema e acesso aos programas, além de todos os arquivos presentes nas urnas eletrônicas. Parte dos documentos, como os boletins de urna, estão disponíveis para acesso público pela internet. Outros podem ser requisitados pelos partidos com base nas resoluções do TSE.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral chegou a classificar o pedido do PSDB como "prejudicial" à democracia. Outros ministros usaram a expressão "desserviço" e "antidemocrático" para se referir à solicitação, mas afirmaram que o tema será discutido para "esclarecer" o processo eleitoral à sociedade. Pela solicitação do PSDB e notícias divulgadas, ministros avaliam que não há "nenhum fato concreto" que motive uma auditoria.
Ao aprovar a liberação dos arquivos ao PSDB, o presidente do TSE José Dias Toffoli ressaltou que todos os procedimentos deferidos constam em resoluções da corte que tratam da transparência do processo eleitoral e estavam disponíveis antes da eleição. No segundo turno, o PSDB foi derrotado pela presidente Dilma Rousseff por uma diferença de três pontos.
Apesar de aprovar o fornecimento dos dados, Toffoli criticou os argumentos usados pelos tucanos no pedido e afirmou que o PSDB não apresentou indícios de fraude no pleito, limitando-se a relatar a descrença de algumas pessoas no resultado da votação. O presidente da corte garantiu a transparência das eleições e ressaltou que o desenvolvimento dos programas usados na apuração das urnas esteve a disposição, desde abril, de todos os partidos políticos, do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), desde o momento em que começaram a ser elaborados.
Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes defendeu que a Justiça Eleitoral acabe com suspeitas de fraude no resultado nas eleições, mesmo que sejam descabidas e levantadas por meio das redes sociais. Segundo o ministro, o pedido do PSDB contribui para a pacificação do assunto.
Denúncias – Na ação apresentada ao TSE, o coordenador Jurídico Nacional do PSDB, o deputado federal Carlos Sampaio, ressaltou que, passadas as eleições, surgiram uma série de denúncias e desconfianças por parte da população. "Nas redes sociais, os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz.
A ação pedia a criação de uma comissão de especialistas indicados pelos partidos políticos para analisar diversos documentos, como as cópias de boletins de urnas de todas as sessões eleitorais do país e dos logs originais e completos das urnas, ordens de serviço e registros técnicos sobre atualização e manutenção do sistema e acesso aos programas, além de todos os arquivos presentes nas urnas eletrônicas. Parte dos documentos, como os boletins de urna, estão disponíveis para acesso público pela internet. Outros podem ser requisitados pelos partidos com base nas resoluções do TSE.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral chegou a classificar o pedido do PSDB como "prejudicial" à democracia. Outros ministros usaram a expressão "desserviço" e "antidemocrático" para se referir à solicitação, mas afirmaram que o tema será discutido para "esclarecer" o processo eleitoral à sociedade. Pela solicitação do PSDB e notícias divulgadas, ministros avaliam que não há "nenhum fato concreto" que motive uma auditoria.
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